COISAS E COISINHAS DO NOSSO MUNDO augusto semedo

12
Abr 07

Foram estas as respostas dadas, correspondendo à solicitação de jornais locais, para perspectivar o jogo do próximo domingo com o Valonguense:

Questões colocadas pela Soberania do Povo:

 

Perspectivas para o dérbi do próximo fim-de-semana (onde aborde as seguintes questões: - Será o jogo mais importante da época?
R - Todos os jogos têm sido importantes desde que assumi o comando técnico do Recreio, pois em Janeiro o atraso pontual era muito maior.

- Será um jogo decisivo?
R - Vale três pontos como os outros. Com uma diferença: nos meus primeiros jogos, ganhávamos e ficávamos ainda a muitos pontos dos adversários directos; agora, a vitória significa ultrapassá-los na classificação.

- A equipa está preparada para este encontro?
R - A equipa deve estar preparada para dar o seu melhor em todos os jogos do campeonato, porque só assim poderá atingir os seus objectivos.

- O factor casa poderá ajudar as pretensões do Recreio?
R - Essa é uma falsa questão, principalmente em Águeda.

- Espera muita assistência neste jogo?
R - Espero uma equipa organizada, concentrada, empenhada, confiante e disposta a tudo fazer para vencer a oposição de um adversário que merece respeito.

- Há lesões e castigos a afectar a equipa? Quem?
R - Após dois meses e meio sem incidências disciplinares, voltámos a ter jogadores expulsos no sábado. Além dos dois (Pedras e Isidro), o Nuno e o João Madaleno têm tido problemas físicos.

- Haverá alternativas para esses jogadores?
R - Há sempre alternativas.

- Do que conhece do adversário o que é que mais teme e de que forma irá fazer frente?
R - Há um conhecimento e um respeito mútuo. Do outro lado há muitos que acompanhei desde pequenos, influenciando alguns na sua evolução futebolística e humana, e há outros com quem passei momentos desportivos marcantes e de quem guardo as melhores recordações. Há vida para além do jogo e das rivalidades doentias, por isso espero que todos os intervenientes dêem uma demonstração inequívoca de grandeza humana.

 

 

Questões formuladas pelo Litoral Centro:

 

1- O jogo de domingo assume carácter decisivo rumo à manutenção?

R - Assume o mesmo carácter decisivo que muitos outros, disputados numa segunda volta que tem sido de recuperação pontual. Houve um período em que ganhar representava ficar ainda a muitos pontos dos adversários directos; agora, ganhar significa ultrapassá-los.

 

2- De quantos pontos precisará o Águeda para se manter na 3ª divisão?

R - Numa série de surpresas constantes, o melhor é não fazer muitas contas. Importa olhar para nós e saber que dependemos do que formos capazes de fazer para ficar no nacional.

 

3- Quais os jogadores indisponíveis para domingo?

R - Temos os jogadores expulsos em São João da Madeira, mais o Nuno e o João Madaleno impedidos por problemas físicos.

 

4- Como é se sentespor defrontar a equipa que levou aos nacionais, a última que treinou antes de regressar ao Recreio?

R - Do outro lado estarão muitos dos que acompanhámos desde pequenos, nalguns casos influenciando a sua evolução futebolística e humana, e outros com quem vivemos belíssimos momentos desportivos. Há conhecimento e respeito mútuo, respeito esse que deverá superar a importância que o jogo tem para os dois clubes. Por isso digo que há vida para além do jogo e que todos os intervenientes devem dar uma demonstração inequívoca de grandeza humana.

publicado por Augusto Semedo às 10:41

11
Abr 07

O que terá levado a que um jogador com 32 anos e muitas épocas de experiência tenha colocado a mão à bola, na sequência de um pontapé de canto? E que o tenha feito quando tinha um cartão amarelo, sabendo que esse gesto faria a sua equipa ficar a jogar com apenas 9 jogadores a partir dos 40 minutos?

Precipitação? Ingenuidade? Irresponsabilidade?

Ou terá sido carregado em falta, por trás, pelo adversário directo, que entretanto perdera a posição face ao seu movimento?

Não terá sido transformada uma falta do defesa (para grande penalidade e a exigir acção disciplinar do árbitro) em infracção do jogador que se encontrava em acção ofensiva?

Porque não teve o árbitro o mesmo critério quando dois jogadores locais colocaram a mão à bola, em jogadas idênticas à que determinou a outra expulsão, ainda nem se tinha esgotado a meia hora inicial?

Porque foi o árbitro tão lesto a admoestar os meus jogadores com cartões amarelos?

E porque não agiu o árbitro em conformidade, na fase inicial do jogo, quando um defesa da minha equipa foi agredido pelo jogador que marcou o golo da Sanjoanense? Ao contrário do que o árbitro disse, no intervalo do jogo, o nosso adversário não fez falta, agrediu sem necessidade o meu jogador, já a jogada estava perdida.

Porque transformou o árbitro em falta uma recuperação de bola perfeitamente legal, que iniciava uma jogada de perigo para a equipa local?

No jogo anterior, em casa, porque foi o árbitro tão lesto a marcar a grande penalidade contra nós quando, na primeira parte, deixou passar em claro uma outra na área do nosso adversário? Porque anulou o seu auxiliar, sem sentido, várias jogadas perigosas de ataque, na fase de reacção à desvantagem no marcador? Porque foram marcadas tantas faltas no nosso meio campo, na segunda parte, muitas das quais com os jogadores adversários a deixarem-se cair ao mínimo contacto físico?

Coincidência ou não, os dois últimos jogos foram esquisitos. E se houve - como haverá sempre - erros próprios que devem ser corrigidos com o trabalho diário, quem sente o seu esforço desrespeitado desta maneira tem o direito à indignação.

P.S. - O que sucedeu no fim do jogo, com um experimentado agente do futebol, mais legitima o nosso direito à indignação. 

publicado por Augusto Semedo às 23:34

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