COISAS E COISINHAS DO NOSSO MUNDO augusto semedo

15
Mar 07

Ontem, quarta-feira, e pela primeira vez desde que iniciei as actuais funções, dois juvenis integraram a normal sessão de treino dos seniores. No futuro, pela minha vontade, outros terão experiência idêntica, numa lógica de aproximação da principal equipa de futebol aos escalões de formação e de criação de laços que conduzam a uma forte identidade de clube. Espero também que os atletas ganhem uma motivação acrescida, trabalhando mais e melhor, enquanto novos valores vão sendo referenciados e acompanhados num horizonte a médio prazo.

Tenho hoje esta certeza: continua a existir enorme potencial entre a juventude de Águeda, é preciso trabalhá-la de acordo com metodologias apropriadas, numa organização estimuladora e em continuidade, em coerência com a adopção de um modelo desportivo de clube que privilegie a afirmação dos valores existentes e valorizados na sua área de influência.

A integração destes jovens atletas em sessões de treino dos seniores não se faz ao acaso mas em função dos objectivos predominantes de cada uma delas, do seu comportamento habitual e das indicações fornecidas durante a actividade que desenvolvem no clube. Os atletas integram as sessões, participando em todos os momentos do treino, mas também cumprem todas as rotinas habituais dos mais velhos. Têm direito ao mesmo equipamento, que levantam e entregam como os demais, equipam-se no mesmo balneário e procedem ao controlo diário feito pelos membros residentes.

Os juniores têm sido convocados mais vezes. Dois integram já o lote de 25 atletas do plantel e são seniores autênticos a trabalhar, na atitude e no rendimento. A sua adaptação foi perfeita.

A cada 2ª feira, todos os atletas juniores integram o treino dos seniores, aproveitando o facto do grupo ser dividido em três: os guarda-redes (juniores incluídos...) desenvolvem trabalho específico; os mais utilizados no jogo da véspera fazem regeneração activa; os restantes cumprem um plano de treino mais intenso.

É neste último que os juniores se integram. Têm-no feito de forma plena e com uma motivação extraordinária. Os mais velhos também ajudam. O ambiente tem sido muito bom e a qualidade do treino salvaguardada, com vantagens para o ritmo competitivo de todos.

Este trabalho, feito em conciliação com o objectivo imediato que levou ao meu regresso, tem-me fascinado e pode ser importante para o futuro do clube, que não poderá continuar a desaproveitar os melhores valores das suas categorias de formação.

publicado por Augusto Semedo às 14:49

Para quem utiliza a A25 e não anda distraído, mesmo sabendo onde sair para apanhar a melhor ligação para Águeda, deve intrigar-se pela inexistência de qualquer referência a esta cidade/concelho na sinalização da nova auto-estrada. Na realidade, a única (!) existente no sentido Viseu – Aveiro está situada no nó de Albergaria, e já em pleno corredor de saída – que, como se sabe, é separado fisicamente das vias principais.

É, no mínimo, estranho que a sinalização ignore o concelho mais populoso e mais empregador da região, gerador de um movimento que não encontra paralelo em nenhum outro servido directamente pelos nós de Talhadas e Albergaria.

Mas vamos por partes. Ainda antes do nó de Oliveira de Frades, no sentido Viseu-Aveiro, surge uma primeira indicação de Sever do Vouga com a respectiva distância a percorrer para chegar ao centro deste concelho. E até ao nó das Talhadas são frequentes as indicações Sever do Vouga / Talhadas.

Quem sabe – porque indicação não há – o trajecto mais directo para Águeda faz-se a partir das Talhadas. São 19 quilómetros e, não obstante algumas curvas mais apertadas, a estrada serve, evitando-se que se percorra mais de uma dezena de quilómetros descendo até Albergaria. E, enquanto não se cometer a injustiça de ser o utilizador a fazê-lo, é o Estado a pagar à concessionária por cada veículo que circula, por desconhecimento do condutor, no lanço entre Talhadas e Albergaria.

A realidade é que a indicação de Águeda é inexistente. E, pasme-se, na placa colocada já no corredor de saída, surgem Talhadas e… Doninhas para virar à direita após o entroncamento que se segue. Águeda, mesmo, só no topo desse entroncamento, misturado com placas de muitos lugares.

Doninhas deve gerar um movimento tão intenso, muito mais que Águeda certamente. Só assim se explica que a placa de sinalização da rotunda volte a ignorar Águeda, indicando aquele e outros lugares da freguesia de Talhadas; Águeda, só depois de contornar quase toda a rotunda!

A caminho de Albergaria o panorama é similar. Além da referência natural a este último município, o nó – situado precisamente nos limites dos concelhos de Águeda e Albergaria – contém apenas a informação de que serve o IC2, Porto e Coimbra. Águeda só mesmo no corredor de saída…

publicado por Augusto Semedo às 11:47
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