COISAS E COISINHAS DO NOSSO MUNDO augusto semedo

17
Ago 06
Com estradas como a que liga Águeda a Aveiro como se pode apelar, em consciência, à segurança de quem circula pela via ou na borda, devido à inexistência de passeios?
À saída do centro urbano de Águeda - em Paredes - surge-nos a imagem que se prolonga quase por todos os 19 quilómetros da estrada nacional 230. Às portas da cidade, quem sair das casas, distraidamente, para a rua, sujeita-se ao pior.
A estrada, com um movimento local apreciável, não tem zonas de segurança, tem imensas curvas, tem muitas entradas particulares, não tem passeios, é estreita... está claramente aquém das necessidades há já vários anos. E o que dizer de Travassô, de Taipa (Eirol), de Eixo e até de Azurva?
As nossas estradas estão como eram no tempo dos carros de bois ou da época em que o tráfego era incomparavelmente menor que o volume actual. Os carros circulam hoje a velocidades superiores, o piso betuminoso facilita a circulação e o trânsito pesado justifica a adopção de outros cuidados. Principalmente se se tiver em conta que este troço da EN 230, entre o centro urbano de Águeda e o Raso de Paredes, serve uma importante área industrial do município.
Nunca foi rectificado, nunca mereceu o tratamento próprio de um artéria urbana ou semi-urbana - que o é na realidade! Quanto tempo mais teremos de suportar a ausência de investimentos públicos capazes de corresponderem às evidentes necessidades da nossa comunidade?
publicado por Augusto Semedo às 11:14
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