COISAS E COISINHAS DO NOSSO MUNDO augusto semedo

17
Ago 06
A encruzilhada de Águeda face à rede viária nacional encontra na sinalização um testemunho evidente. Como se não bastasse que as principais vias criadas nas últimas décadas passem a mais de uma dezena de quilómetros da sede do município – facto pouco significativo caso existissem ligações modernas – quem se guiar pelas indicações das placas arrisca-se a conduzir mais de uma dezena de quilómetros para chegar à cidade.
Na prática, os aguedenses utilizam o nó de Albergaria para se dirigirem para Norte através da A25 e da A1. Contudo, quem se dirigir para Águeda seguindo as indicações colocadas na via sairá da A1 apenas no Mamodeiro – trajecto que representa um aumento de quilometragem e mais perda de tempo, até porque sobre a ligação do Mamodeiro a Águeda estamos conversados. Pergunta-se: está correcto, do ponto de vista prático para os utilizadores de uma via (que por acaso é muito bem paga!!!), que esta situação se mantenha?
Já para quem vem do Sul a situação não é tão clara. Apesar de muitos ague­denses utilizarem o nó da Mealhada da A1 – número que vem diminuindo devido às dificuldades crescentes para cumprir os 25 quiló­metros a uma média aceitável – a opção pelo Mamodeiro, mesmo nas actuais condições de acesso a Águeda, só não é uma vantagem para quem não quiser pagar mais pela portagem.
 
Situação bizarra na A25
 
Situação bizarra passa-se na A25, particularmente no nó das Talhadas. A indicação de ‘Águeda’ vê-se já à saída e a custo. Está estranhamente ausente na primeira indicação de saída. E é estranho porque a EN 333 foi construída e valorizada há mais de uma década para servir a ligação da cidade/município com o antigo IP5; e também para ligar esta via rápida convertida em auto-estrada à região da Bairrada e ao IC2 – evitando assim a utilização do nó de Albergaria para quem transitava a partir do Sul. Pelo menos, esta era uma das justificações na época para a construção e valorização da EN 333.
Neste caso, quem optar pelo nó de Albergaria vindo do interior fará mais de uma dezena de quilómetros para chegar a Águeda. E sendo Águeda um município importante pelo tráfego que a sua actividade inegavelmente gera, não se compreende a sua ‘subalternidade’ na indicação fornecida no nó das Talhadas.
publicado por Augusto Semedo às 11:07
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Agosto 2006
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