COISAS E COISINHAS DO NOSSO MUNDO augusto semedo

23
Ago 07

As estadas mais directas que ligam Águeda a Aveiro são pouco condizentes com as exigências da vida actual. Falo da ligação directa ao nó do Mamodeiro da A1 (por Oiã) e da principal via para a capital do distrito (por Travassô).

Ambas foram projectadas no tempo dos carros de bois, mantendo o traçado e, principalmente nas localidades, as características daquela época (salvo o piso, obviamente). As intervenções que sofreram não se adaptam às necessidades de mobilidade desta época.

Os 20 quilómetros que unem as duas cidades (Águeda e Aveiro), que representam uma área com uma população superior a 150 mil habitantes, são percorridos com evidente dificuldade, têm demasiados pontos negros e não asseguram a desejada mobilidade das pessoas nem suportam a actividade económica gerada.

Passam por várias povoações, sendo estreitas e sem espaço para a circulação de peões. Não cumprem, portanto, os requisitos mínimos de segurança.

A implementação de medidas reguladoras de trânsito, necessárias face à saturação das vias e à segurança dos cidadãos, tornam hoje mais moroso chegar ao destino.

Face à ausência dos investimentos reclamados há muito, conseguirá Águeda, algum dia, ‘vencer a batalha’ das acessibilidades?

publicado por Augusto Semedo às 11:32
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Agosto 2007
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