COISAS E COISINHAS DO NOSSO MUNDO augusto semedo

11
Abr 07

O que terá levado a que um jogador com 32 anos e muitas épocas de experiência tenha colocado a mão à bola, na sequência de um pontapé de canto? E que o tenha feito quando tinha um cartão amarelo, sabendo que esse gesto faria a sua equipa ficar a jogar com apenas 9 jogadores a partir dos 40 minutos?

Precipitação? Ingenuidade? Irresponsabilidade?

Ou terá sido carregado em falta, por trás, pelo adversário directo, que entretanto perdera a posição face ao seu movimento?

Não terá sido transformada uma falta do defesa (para grande penalidade e a exigir acção disciplinar do árbitro) em infracção do jogador que se encontrava em acção ofensiva?

Porque não teve o árbitro o mesmo critério quando dois jogadores locais colocaram a mão à bola, em jogadas idênticas à que determinou a outra expulsão, ainda nem se tinha esgotado a meia hora inicial?

Porque foi o árbitro tão lesto a admoestar os meus jogadores com cartões amarelos?

E porque não agiu o árbitro em conformidade, na fase inicial do jogo, quando um defesa da minha equipa foi agredido pelo jogador que marcou o golo da Sanjoanense? Ao contrário do que o árbitro disse, no intervalo do jogo, o nosso adversário não fez falta, agrediu sem necessidade o meu jogador, já a jogada estava perdida.

Porque transformou o árbitro em falta uma recuperação de bola perfeitamente legal, que iniciava uma jogada de perigo para a equipa local?

No jogo anterior, em casa, porque foi o árbitro tão lesto a marcar a grande penalidade contra nós quando, na primeira parte, deixou passar em claro uma outra na área do nosso adversário? Porque anulou o seu auxiliar, sem sentido, várias jogadas perigosas de ataque, na fase de reacção à desvantagem no marcador? Porque foram marcadas tantas faltas no nosso meio campo, na segunda parte, muitas das quais com os jogadores adversários a deixarem-se cair ao mínimo contacto físico?

Coincidência ou não, os dois últimos jogos foram esquisitos. E se houve - como haverá sempre - erros próprios que devem ser corrigidos com o trabalho diário, quem sente o seu esforço desrespeitado desta maneira tem o direito à indignação.

P.S. - O que sucedeu no fim do jogo, com um experimentado agente do futebol, mais legitima o nosso direito à indignação. 

publicado por Augusto Semedo às 23:34

comentário:
Bom dia Semedo. No campo, não existe a percepção de que o Isidro tenha sido empurrado. E mesmo que o tenha sido, ele faz o gesto para jogar a bola com a mão e foi isso que vimos. Estávamos mesmo de frente para o lance. É óbvio que se andam a passar coisas esquisitas. Más demais para acreditarmos, mas é um facto que tal tem vindo a acontecer. Só não percebi como é que os dirigentes do Recreio e da Sanjoanense não mandaram identificar o senhor Martins dos Santos. Em vez de mandado identificar o Ricardo Pinto, alegadamente, segundo esse senhor ex-árbitro, por lhe ter chamado "corrupto", quando tanta gente ia a passar. O senhor sentiu-se, mas quem devia ter sido identificado era ele!!! Esperamos todos, a bem da verdade desportiva, que as denúncias feitas nas instâncias responsáveis, sejam averiguadas. Porque, a serem verdade as denúncias efectuadas, é muito mau para o desporto. Mas concordo contigo. Depois de ter visto a prepotência de Martins dos Santos e do árbitro do jogo, há sempre direito à indignação. Estou solidário.
Miguel Cunha a 12 de Abril de 2007 às 10:02

Abril 2007
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
13
14

15
16
18
19
20

22
23
25
26
27
28

29
30


mais sobre mim

ver perfil

seguir perfil

2 seguidores

pesquisar neste blog
 
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

blogs SAPO